"O Homem do Cavalo Branco" é o livro que estou lançando pela editora carioca Documenta Histórica. A obra foi contemplada na chamada pública "Novos Autores Fluminenses" da Secretaria de Estado de Cultura do Rio de Janeiro (Edital 029/2010). Nesse espaço apresento algumas preliminares e curiosidades sobre o livro, além de notícias da imprensa sobre os lançamentos em Campinas, Rio de Janeiro e outras cidades.
domingo, 26 de agosto de 2012
segunda-feira, 20 de agosto de 2012
Na Rádio Nacional (entrevista 23/08)
Darei uma entrevista na Rádio Nacional do Rio (AM 1.130 KHz) quinta-feira, às 17:20 hs, no programa "Painel Nacional", transmitido para todo o país. A transmissão está disponível também pela internet no link http://memoria.ebc.com.br/portal/canais-ebc/radios/radio-nacional-am-rio-de-janeiro-1130-khz.
terça-feira, 14 de agosto de 2012
Na Rádio Roquette-Pinto (entrevista 16/08)

Darei uma entrevista sobre o livro no programa "Primeira Página" da Rádio Roquette-Pinto (Rio de Janeiro) no dia 16 de agosto, quinta-feira, às 11:05 hs da manhã. A programação da rádio é transmitida também pela internet no link www.fm94.rj.gov.br.
sábado, 11 de agosto de 2012
sexta-feira, 3 de agosto de 2012
quarta-feira, 1 de agosto de 2012
quinta-feira, 26 de julho de 2012
domingo, 1 de abril de 2012
Afonso Coelho, o "homem do cavalo branco"
"O Homem do Cavalo Branco - uma história do jornalismo policial da Belle Époque carioca" é o livro que lancei pela Editora Documenta Histórica. O livro conta a história de vida de Afonso Coelho de Andrade (1875-1922), o maior estelionatário da Velha República, que assustou o sistema judiciário republicano com seus golpes e fugas sensacionais. A narrativa, que tem como pano de fundo as relações entre imprensa sensacionalista, polícia e sociedade na Belle Époque carioca, descreve as aventuras do "herói das mil notícias" do Jornal do Comércio, o "Rocambole brasileiro", êmulo dos heróis dos folhetins franceses do século XIX.
A obra inédita, escrita no estilo romance-reportagem, é o resultado de uma pesquisa de três anos em microfilmes de jornais antigos e processos judiciais do Arquivo Nacional, reunindo crônicas e poesias de Olavo Bilac, João do Rio, Orestes Barbosa, Lima Barreto, Monteiro Lobato e outros escritores da época.
A fuga no cavalo branco (19.05.1897)
AFONSO COELHO e os 115 anos da fuga mais escandalosa da história policial do Rio de Janeiro - Da praça da República a Inhaúma, fugindo no meio de um julgamento montando o seu cavalo branco (19-Maio-1897)...
Canudos e Afonso Coelho
A história do cavalo branco aconteceu em plena revolta de Canudos (1897). Afonso Coelho, que era católico e monarquista, teria fornecido armas a Antonio Conselheiro, segundo relatam alguns jornais.
As matérias sobre Canudos e Afonso Coelho dividiam as mesmas páginas dos jornais, como se pode observar no recorte abaixo de O Estado de São Paulo, de 08.08.1897.
Palavras de Afonso Coelho: "Hei de ir e nada me acontecerá. Deus me protege. Deus que esses miseráveis (republicanos) baniram de minha terra, e que eu hei de restaurar com a monarquia." Gazeta de Notícias, 31.05.1897.
As matérias sobre Canudos e Afonso Coelho dividiam as mesmas páginas dos jornais, como se pode observar no recorte abaixo de O Estado de São Paulo, de 08.08.1897.
Palavras de Afonso Coelho: "Hei de ir e nada me acontecerá. Deus me protege. Deus que esses miseráveis (republicanos) baniram de minha terra, e que eu hei de restaurar com a monarquia." Gazeta de Notícias, 31.05.1897.
A (terceira) Prisão
O comboio da Mogiana partia de Uberaba, levando o preso em direção a Campinas (13.08.1897). De lá tomaria outro trem em direção à capital paulista. Na estação da Luz, mais de 1.000 pessoas aguardavam para ver de perto o homem que pregava peças ao capital e à polícia.
sábado, 31 de março de 2012
Repercussões na imprensa
Ficções (romances) e documentários reais se misturavam... Pela manhã, notícias das peripécias do estelionatário, e na edição da tarde romances de folhetim... (Gazeta de Notícias, 1897).
Olavo Bilac canta "O Ilustre Afonso"
A ti, fantasma, o cárcere que importa?
Que importa a pena de prisão escura?
Se tu morresses, tua carne morta
Fugiria através da sepultura!
Como qualquer de nós por uma porta,
Passas sutil por uma fechadura!
— Ah! que a Musa te aponte ao Universo,
Se tão sublime preço cabe em verso!
Nunca deixas de achar caminho franco
Voas como um ginete desbocado
Para quem não há cerca, nem barranco...
E, ora através das telhas do telhado,
Ora no dorso de um cavalo branco,
Vais deixando o ridículo espalhado
Pela polícia que jamais te prende,
E a quem tua ousadia tanto ofende... [1]
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